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Guarda Ambiental de Nova Iguaçu realiza soltura de gavião em Tinguá

Guarda Ambiental de Nova Iguaçu realiza soltura de gavião em Tinguá




Equipes da Guarda Municipal Ambiental, vinculada à Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Nova Iguaçu, realizaram, nesta quinta-feira (5), a soltura de um gavião-asa-de-telha na Área de Proteção Ambiental (APA) de Tinguá. A ave, espécie comum em diversas regiões do Brasil — como áreas campestres, pastagens, cerrado e até zonas urbanas — havia sido resgatada durante a Operação Verão, no último dia 11 de janeiro.

O animal foi encontrado ferido e encaminhado a uma clínica veterinária especializada em animais silvestres, parceira da Secretaria Municipal de Proteção Animal. Após receber medicação e acompanhamento de um especialista, o gavião se recuperou totalmente e pôde ser reintroduzido à natureza.

“Um morador resgatou o animal e acionou os agentes. O gavião estava com a cabeça machucada, sem se alimentar, em condição bastante delicada. Acreditamos que ele possa ter sido vítima de uma pedrada. Não foi possível encaminhá-lo ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Seropédica, pois a unidade estava fechada no domingo, o que poderia comprometer sua sobrevivência. Agora, totalmente reabilitado, ele retorna ao seu habitat natural. Nova Iguaçu conta com uma reserva biológica, seu entorno e o Parque Municipal, áreas ideais para esse tipo de soltura”, destacou o secretário municipal de Proteção Animal, Marcelo Reis.

O chefe da Área de Proteção Ambiental de Tinguá, Carlos Januzzi, reforçou que, ao avistar um animal silvestre machucado ou que represente risco para si ou para a população, o morador deve acionar imediatamente a Guarda Ambiental, pelo telefone ou Instagram (3779-1183), ou o Corpo de Bombeiros.

“É fundamental preservar a área e evitar o manuseio de animais silvestres. Os resgates mais comuns na região envolvem gambás e jiboias, que são inofensivos ao ser humano. No entanto, como Nova Iguaçu possui um grande patrimônio ambiental, é comum que esses animais acabem aparecendo em residências”, explicou.

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