{"id":26381,"date":"2024-08-23T13:09:31","date_gmt":"2024-08-23T16:09:31","guid":{"rendered":"https:\/\/novasdodia.com.br\/index.php\/2024\/08\/23\/filho-dos-livres-e-bando-do-velho-jack-revivem-classicos-regionais-em-show-inedito-agencia-de-noticias-do-governo-de-mato-grosso-do-sul\/"},"modified":"2024-08-23T13:09:31","modified_gmt":"2024-08-23T16:09:31","slug":"filho-dos-livres-e-bando-do-velho-jack-revivem-classicos-regionais-em-show-inedito-agencia-de-noticias-do-governo-de-mato-grosso-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/novasdodia.com.br\/index.php\/2024\/08\/23\/filho-dos-livres-e-bando-do-velho-jack-revivem-classicos-regionais-em-show-inedito-agencia-de-noticias-do-governo-de-mato-grosso-do-sul\/","title":{"rendered":"Filho dos Livres e Bando do Velho Jack revivem cl\u00e1ssicos regionais em show in\u00e9dito \u2013 Ag\u00eancia de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na noite desta quinta-feira (22), o 23\u00ba FIB (Festival de Inverno de Bonito) testemunhou o encontro in\u00e9dito de duas das maiores for\u00e7as da m\u00fasica sul-mato-grossense: Filho dos Livres e O Bando do Velho Jack, que uniram suas trajet\u00f3rias no show intitulado \u201cFundi\u00e7\u00e3o\u201d. A apresenta\u00e7\u00e3o marcou a fus\u00e3o harmoniosa da suavidade do folk com a energia visceral do rock\u2019n\u2019roll.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O espet\u00e1culo come\u00e7ou com uma nota familiar que logo se transformou em um coro un\u00edssono: \u201cMeu Carnaval\u201d, uma das can\u00e7\u00f5es mais emblem\u00e1ticas do Filho dos Livres, abriu o show e rapidamente as vozes da plateia se uniram \u00e0 melodia. Pouco depois, foi a vez de \u201cPalavras Erradas\u201d, do Bando, incendiar o p\u00fablico.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em um momento de profundo respeito e rever\u00eancia, o \u201cFundi\u00e7\u00e3o\u201d dedicou parte de seu repert\u00f3rio \u00e0queles que moldaram a identidade da m\u00fasica regional. As bandas revisitaram cl\u00e1ssicos como \u201cComitiva Esperan\u00e7a\u201d e \u201cTrem do Pantanal\u201d. As can\u00e7\u00f5es, reimaginadas em vers\u00e3o rock, ganharam novas camadas de intensidade e vigor, mantendo viva a ess\u00eancia de mestres como Geraldo Esp\u00edndola, Paulo Sim\u00f5es, Almir Sater, Geraldo Roca, Ney Matogrosso e Alex Batata.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vocalista e guitarrista do Bando do Velho Jack, Rodrigo Tozzete comentou sobre a experi\u00eancia de dividir o palco com os amigos de estrada. \u201cSempre \u00e9 uma experi\u00eancia nova e que traduz um pouco a nossa ess\u00eancia tamb\u00e9m. S\u00e3o 30 anos de amizade juntando o folk, um pouco de rock e a poesia sul-mato-grossense. T\u00ednhamos vontade de fazer isso h\u00e1 muito tempo\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cDesde que as bandas come\u00e7aram a ganhar express\u00e3o na estrada, surgiu essa vontade pela amizade que a gente tem. Mas nunca deu certo por causa das agendas e tudo mais. Aqui no Festival, foi o pontap\u00e9 que a gente precisava. Estamos celebrando e curtindo demais, a vibe est\u00e1 super legal. Uma das coisas mais legais que a m\u00fasica pode dar pra gente s\u00e3o os amigos que a gente faz. Curtimos demais o show e vai vir um monte desses daqui pra frente\u201d, completou Tozzete.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quando &#8220;Trem do Pantanal&#8221; come\u00e7ou, a plateia foi tomada por uma onda de surpresa e entusiasmo ao ouvir a vers\u00e3o rock da ic\u00f4nica m\u00fasica. Guga Borba, vocalista e multi-instrumentista do Filho dos Livres, explicou a ideia por tr\u00e1s dessa releitura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO Bando e o Filho dos Livres, como outros artistas sul-mato-grossenses, t\u00eam essa coisa de fazer releituras, de trazer esses cl\u00e1ssicos da m\u00fasica regional e transform\u00e1-los. Seja em rock, jazz, pagode, blues, a ideia \u00e9 sempre transformar. Tivemos a oportunidade de mexer um pouco na grande obra dos nossos mestres, que nos influenciaram a vida inteira. A ideia \u00e9 mostrar que esses cl\u00e1ssicos podem ser interpretados de muitas formas, mantendo sua ess\u00eancia, mas trazendo algo novo para o p\u00fablico\u201d, disse Borba.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"gallery-2\" class=\"gallery galleryid-488151 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A campo-grandense Ros\u00e2ngela Polidoro, de 50 anos, relembra sua trajet\u00f3ria com o rock e a influ\u00eancia familiar que a levou a se tornar uma apreciadora de m\u00fasica regional. \u201cMeu tio e meus irm\u00e3os s\u00e3o m\u00fasicos, e eles fazem parte da banda Control A. Eu sempre ia aos shows com eles e, assim, conheci a m\u00fasica do Bando do Velho Jack, que tocava muito na antiga 104 FM. Tenho 50 anos e venho ouvindo boa m\u00fasica desde ent\u00e3o. S\u00e3o duas bandas que eu adoro e que marcaram minha adolesc\u00eancia. Sempre ouvi rock. Eu vim especialmente para v\u00ea-los, e mesmo tendo a oportunidade de assistir aos shows em Campo Grande com frequ\u00eancia, nunca perco a chance\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A noite em Bonito come\u00e7ou a esfriar, e Osvaldo Viana, de 41 anos, se preparou para o frio com um casaco e at\u00e9 uma coberta. No entanto, a eletricidade do show fez com que ele se desfizesse rapidamente dessas camadas. O calor da m\u00fasica e a energia contagiante foram t\u00e3o intensos que, pouco a pouco, o campo-grandense se viu apenas de camiseta, pulando e celebrando com o fervor de quem viveu uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel. Para ele, o show trouxe \u00e0 tona mem\u00f3rias afetivas<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO show de hoje foi muito marcante para mim, pois, na \u00e9poca em que morava em um mosteiro, ouvia falar do Bando do Velho Jack, pois minha irm\u00e3 gostava muito da banda. Embora eu n\u00e3o ouvisse suas m\u00fasicas, pois minha audi\u00e7\u00e3o se restringia ao que era religioso, eu era contagiado pela alegria que elas transmitiam. Depois, quando sa\u00ed do mosteiro, descobri que a banda havia se encerrado\u201d, comentou Osvaldo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>M\u00fasica como reflex\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o da Terra<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No Palco Lua, a segunda noite de show do FIB continuou com o Concerto Gaia, do portugu\u00eas Norberto Cruz. A apresenta\u00e7\u00e3o, que leva o nome da deusa grega da Terra, promoveu reflex\u00e3o sobre a conex\u00e3o com o planeta e o papel do homem no mundo. O renomado bandolinista e compositor portugu\u00eas trouxe uma performance que misturou influ\u00eancias diversas e inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, criando uma experi\u00eancia sensorial que revelou as m\u00faltiplas facetas da natureza e da espiritualidade. A conex\u00e3o entre a m\u00fasica e a mensagem ambiental ganhou uma dimens\u00e3o especial em Bonito, um lugar conhecido por sua natureza preservada.<\/span><\/p>\n<p>No Concerto Gaia, Norberto Cruz mergulhou fez quest\u00e3o de explorar uma variedade de instrumentos, desde o bandolim de 12 cordas at\u00e9 timbres ex\u00f3ticos de origem \u00e1rabe. A performance destacou a influ\u00eancia do colonialismo portugu\u00eas, refletindo nas sonoridades que cruzam as tradi\u00e7\u00f5es maced\u00f4nia, turca e grega. Em harmonia, a fus\u00e3o de estilos conectou diferentes culturas e \u00e9pocas.\u00a0<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Bel Manvailer e Lucas Castro, Festival de Inverno de Bonito<br \/><\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400;\">Fotos: Altair Santos<\/span><\/i><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na noite desta quinta-feira (22), o 23\u00ba FIB (Festival de Inverno de Bonito) testemunhou o encontro in\u00e9dito de duas das maiores for\u00e7as da m\u00fasica sul-mato-grossense: Filho dos Livres e O Bando do Velho Jack, que uniram suas trajet\u00f3rias no show intitulado \u201cFundi\u00e7\u00e3o\u201d. 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