{"id":26914,"date":"2024-09-09T14:11:42","date_gmt":"2024-09-09T17:11:42","guid":{"rendered":"https:\/\/novasdodia.com.br\/index.php\/2024\/09\/09\/atletas-de-ms-fazem-historia-na-paralimpiada-de-paris-2024-e-conquistam-cinco-medalhas-para-o-brasil\/"},"modified":"2024-09-09T14:11:42","modified_gmt":"2024-09-09T17:11:42","slug":"atletas-de-ms-fazem-historia-na-paralimpiada-de-paris-2024-e-conquistam-cinco-medalhas-para-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/novasdodia.com.br\/index.php\/2024\/09\/09\/atletas-de-ms-fazem-historia-na-paralimpiada-de-paris-2024-e-conquistam-cinco-medalhas-para-o-brasil\/","title":{"rendered":"Atletas de MS fazem hist\u00f3ria na Paralimp\u00edada de Paris-2024 e conquistam cinco medalhas para o Brasil"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os atletas sul-mato-grossenses foram protagonistas na Paralimp\u00edada de Paris-2024, somando cinco medalhas para o Brasil e contribuindo para a melhor campanha do pa\u00eds na hist\u00f3ria dos Jogos. Com essas conquistas, o Brasil se consolidou como uma das cinco pot\u00eancias paral\u00edmpicas do mundo. A competi\u00e7\u00e3o mais esperada do planeta come\u00e7ou em 28 de agosto e terminou neste domingo (8).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre os grandes destaques est\u00e1 Yeltsin Jacques, de Campo Grande, benefici\u00e1rio do programa Bolsa Atleta do Governo de Mato Grosso do Sul. O atleta brilhou no atletismo ao conquistar duas medalhas: ouro nos 1.500 metros e bronze nos 5.000 metros, na classe T11 (atletas cegos). Ao lado do guia Guilherme Ademilson, Yeltsin tornou-se bicampe\u00e3o paral\u00edmpico nos 1.500 metros, superando o recorde mundial, que era dele mesmo, estabelecido na T\u00f3quio-2020. O sul-mato-grossense fechou a prova de Paris em 3min55s82.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery galleryid-489876 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Yeltsin estabeleceu novo recorde em Paris-2024 (Fotos: Silvio Avila\/CPB)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 Fernando Rufino, o \u201cCowboy de A\u00e7o\u201d, tamb\u00e9m benefici\u00e1rio do Bolsa Atleta, faturou sua segunda medalha dourada na paracanoagem, na prova de 200 metros da classe VL2 (canoa, em que se usa tronco e bra\u00e7os na remada). O atleta de Eldorado completou o percurso em 50s47, estabeleceu um novo recorde paral\u00edmpico e garantiu o bicampeonato, j\u00e1 que tamb\u00e9m havia vencido a mesma prova nos Jogos de T\u00f3quio-2020. O cano\u00edsta ainda disputou a prova de 200 metros no caiaque e terminou em sexto lugar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda na paracanoagem, D\u00e9bora Benevides, de Campo Grande, teve uma participa\u00e7\u00e3o destacada. A atleta disputou a final dos 200 metros na classe VL2 e terminou em quinto lugar, mostrando sua garra em uma competi\u00e7\u00e3o de alt\u00edssimo n\u00edvel.<\/span><\/p>\n<div id=\"gallery-2\" class=\"gallery galleryid-489876 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Rufino quebrou recorde da prova de 200 metros VL2, conquistando o bicampeonato paral\u00edmpico (Fotos: Marcello Zambrana\/CPB)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A estreia de Paulo Henrique dos Reis, de Dourados, tamb\u00e9m rendeu uma medalha. O atleta competiu no salto em dist\u00e2ncia e, logo em sua primeira participa\u00e7\u00e3o paral\u00edmpica, conquistou o bronze ao saltar 7,20 metros, a melhor marca de sua temporada na classe T13 (atletas com defici\u00eancia visual).<\/span><\/p>\n<div id=\"gallery-3\" class=\"gallery galleryid-489876 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Paulo Henrique estreou com medalha na capital francesa (Foto: Silvio Avila\/CPB)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m estreante em Paralimp\u00edadas, Gabriela Mendon\u00e7a fez uma performance promissora nos 100 metros rasos na classe T13 (para deficientes visuais). A atleta campo-grandense terminou a final na sexta coloca\u00e7\u00e3o, com o tempo de 12,67 segundos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No jud\u00f4, Anne Talitha Silva integrou a delega\u00e7\u00e3o brasileira na Paralimp\u00edada de Paris-2024 como auxiliar t\u00e9cnica. Com mais de 15 anos de experi\u00eancia no treinamento de atletas paral\u00edmpicos, o resultado de sua dedica\u00e7\u00e3o refletiu nas conquistas de suas atletas, que trouxeram orgulho e reconhecimento para a t\u00e9cnica. Ela \u00e9 contemplada pelo programa Bolsa T\u00e9cnico do Governo do Estado.<\/span><\/p>\n<div id=\"gallery-4\" class=\"gallery galleryid-489876 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Erika Cheres abra\u00e7a a t\u00e9cnica Anne Talitha ap\u00f3s a conquista do bronze (Foto: Marcello Zambrana\/CPB)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A sul-mato-grossense \u00c9rika Cheres Zoaga, de Guia Lopes da Laguna, fez sua estreia paral\u00edmpica conquistando a medalha de prata na categoria acima de 70 kg, da classe J1 (cegos totais). A judoca venceu suas lutas nas quartas e semifinais, mas foi derrotada na final pela ucraniana Anastasiia Harnyk, garantindo um lugar no p\u00f3dio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com apenas 20 anos, a tamb\u00e9m judoca Kelly Kethyllin Vict\u00f3rio, de Campo Grande, ficou em quarto lugar na competi\u00e7\u00e3o, na categoria at\u00e9 70 kg, da classe J2 (baixa vis\u00e3o). Apesar de n\u00e3o ter levado o bronze, ap\u00f3s uma disputa acirrada contra a japonesa Kazusa Ogawa, Kelly mostrou garra, determina\u00e7\u00e3o e provou ser uma das grandes promessas do esporte paral\u00edmpico nacional.<\/span><\/p>\n<div id=\"gallery-5\" class=\"gallery galleryid-489876 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Kelly Vict\u00f3rio demonstrou toda sua t\u00e9cnica nos tatames em Paris (Foto: Alexandre Schneider\/CPB)<\/em><\/p>\n<p><b>Brasil bate recorde em Paris<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Brasil alcan\u00e7ou seu maior n\u00famero de medalhas em uma \u00fanica edi\u00e7\u00e3o dos Jogos Paral\u00edmpicos, com 89 p\u00f3dios em Paris 2024, superando os 72 conquistados nas edi\u00e7\u00f5es da Rio-2016 e T\u00f3quio-2020. A delega\u00e7\u00e3o brasileira garantiu 25 medalhas de ouro, 26 de prata e 38 de bronze, estabelecendo seu recorde hist\u00f3rico. Com o desempenho, o Brasil se consolidou entre as cinco maiores pot\u00eancias paral\u00edmpicas do mundo, firmando-se como uma na\u00e7\u00e3o de destaque no esporte paral\u00edmpico.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Bel Manvailer e Lucas Castro, Comunica\u00e7\u00e3o Setesc<br \/><\/span><\/em><em>Foto de destaque: Wander Roberto\/CPB<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os atletas sul-mato-grossenses foram protagonistas na Paralimp\u00edada de Paris-2024, somando cinco medalhas para o Brasil e contribuindo para a melhor campanha do pa\u00eds na hist\u00f3ria dos Jogos. Com essas conquistas, o Brasil se consolidou como uma das cinco pot\u00eancias paral\u00edmpicas do mundo. 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